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Patrice Trovoada: "num casal que funciona, tem que haver confiança"

Por Liliana Henriques

Em São Tomé e Príncipe, continuam por estabelecer os moldes do futuro executivo, quando faltam cerca de duas semanas antes da tomada de posse, no dia 22 de Novembro, dos novos deputados eleitos nas legislativas de 7 de Outubro.

Da totalidade dos 55 deputados que contabiliza o Parlamento, 25 serão da ADI, 23 do MLSTP, 5 da coligação UDD-PCD-MDFM e 2 serão do Movimento Independente de Caué, sendo que ninguém tem maioria absoluta sozinho.

Apesar de iniciativas no sentido de se encaminharem conversações entre o partido mais votado, a ADI, e o MLSTP juntamente com a coligação UDD-PCD-MDFM que entretanto assinaram um acordo de incidência parlamentar para a formação de um governo, não se vislumbra por enquanto nenhuma solução, pelo menos oficialmente.

De passagem ontem por Paris, o primeiro-ministro são-tomense, Patrice Trovoada, que saiu do país antes da proclamação dos resultados oficiais das legislativas a 19 de Outubro, falou precisamente dos questionamentos em torno desta ausência, evocou o momento político que se vive actualmente em São Tomé e Príncipe, considerando que a recusa do MLSTP e da coligação UDD-PCD-MDFM em conversar com a ADI separadamente "coloca uma questão de confiança" no seio dessa aliança da oposição. Por outro lado, sem descartar a hipótese de passar o testemunho, Patrice Trovoada começou todavia por dizer "ter informações que o deixam crer que se vai conseguir estabelecer o diálogo".

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