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São Tomé e Príncipe Independência Evaristo de Carvalho

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STP assinala 43° aniversário da Independência

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Evaristo Carvalho, Presidente de São Tomé e Príncipe RFI/ Liliana Henriques

São Tomé e Príncipe assinalou hoje o 43° aniversário da independência, com homenagens a quatro cidadãos, entre os quais o malogrado político Nuno Xavier Dias que rubricou o tratado de independência do arquipélago com o almirante Rosa Coutinho.


O Presidente Evaristo Carvalho homenageou além do político Nuno Xavier Dias, que  foi presidente do parlamento e rubricou o tratado de independência com o almirante português Rosa Coutinho, os músicos Felício Mendes, o seu sobrinho José Mendes mais conhecido por "Zezito" e Geraldo Dias "Dódó", que a 12 de Julho de 1975 hasteou a bandeira do país.

Correspondência de São Tomé e Príncipe de Máximino Carlos 12/07/2018 ouvir

O acto central das comemorações teve lugar esta manhã na cidade de Guadalupe, distrito de Lobata, a norte da capital São Tomé, na presença de um forte dispositivo de segurança e com convidados estrangeiros, corpo diplomático, entidades públicas e população.

Os dirigentes dos três principais partidos políticos elogiaram a figura carismática de Nuno Xavier Dias, com destaque para Levy Nazaré do partido ADI no poder, para quem "a homenagem já deveria ter sido feita há muito tempo, peca por ser tardia, mas é melhor tarde do que nunca".

Por sua vez o Presidente Evaristo Carvalho apelou à coesão e unidade dos santomenses "temos que assumir a nosa independência todos os dias da nossa vida, para consolidar a nossa democracia e fortalecer a nossa economia...para além das nossas naturais diferenças, juntos trabalhemos para definitivamente transformar São Tomé e Príncipe no país dos nossos sonhos".

O Chefe de Estado felicitou ainda a Assembleia Nacional, o governo e a Comissão Nacional de eleiçoes pela qualidade do trabalho realizado na prepração das eleições legislativas, autárquicas e regionais de 7 de Outubro e prometeu tudo fazer para que um grande número de observadores externos estejam presentes, de forma a que "a tradicional credibilidade e a realidade das eleições não sejam distorcidas ou postas em causa".