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Não à introdução de OGM e híbridos em São Tomé

Por Isabel Pinto Machado

Foi anunciada em meados de Abril a introdução na zona da Mesquita no centro da Ilha de São Tomé de milho transgénico importado da China, o que levou à criação do Movimento Pró-Ambiente São Tomé e Príncipe, cuja principal instigadora é a ambientalista são-tomense radicada em Portugal Elsa Garrido.

O ministro são-tomense da Agricultura e Desenvolvimento Rural Teodorico Campos e técnicos chineses presentes no arquipélago vieram então a público afirmar que o milho era híbrido e não transgénico.

Mas tal não tranquilizou os que se opoem ao projecto e Elsa Garrido escreveu uma carta aberta ao ministro e lançou uma petição "online" pedindo a suspensão da produção, um debate público e a criação de uma comissão "ad hoc" para encontrar consensos sobre esta cultura, sendo que já Junho se prevê a colhieta de 8 toneladas de milho OGM e/ou híbrido, cultivado a céu aberto, como denuncia.

Elsa Garrido que iniciou quarta-feira passada (26/04) uma greve de fome frente à embaixada de São Tomé e Príncipe em Lisboa, explica como começou este movimento e lança alguns alertas.

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