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Presidente Trump recusa acordo da ONU sobre comércio de armas

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Donald Trump, apoia lobby nacional defensor de porte de armas e rejeita acordo da ONU REUTERS/Lucas Jackson

O Presidente americano, Donald Trump, defendeu, ontem, em Indianópolis, num discurso muito aplaudido por membros da poderosa associação de armas, NRA,  o seu direito constitucional à posse de armas, anunciando a retirada do país do tratado da ONU sobre o comércio de armas. Trump, sublinhou que enquanto for presidente, jamais a sua administração será governada por leis internacionais. 


O Chefe da Casa Branca, Donald Trump, desferiu ontem mais uma machadada no Direito internacional, anunciando, ontem, em Indianópolis, numa reunião com a poderosa Associação nacional de armas, NRA, o direito constitucional que todo o americano tem de dispor de uma arma para se defender.

Donald Trump, declarou num discurso muito aplaudido por membros dessa associação de lobby de armas, que os Estados Unidos se retiravam do Tratado da ONU sobre o comércio de armas, sublinhando, que o seu país, "jamais aceitará ser governado por leis de burocratas internacionais."

Direito nacional versus Direito internacional

Uma vez mais, o Presidente americano, mostra ao mundo que ele foi eleito para governar os Estados Unidos e não para cumprir o Direito internacional da ONU, como sempre disse desde a sua tomada de posse.

O Tratado da ONU sobre a limitação do comércio de armas no mundo, tinha sido assinado pelo seu predecedente, ex-Presidente Obama, em 2013, mas até agora, nunca foi ratificado pelo Senado americano.  

Os Estados Unidos juntam-se assim à Coreia do Norte, Síria e o Irao, que não ratificaram esse acordo, agora denunciado por Trump, sublinhando que, com ele, "jamais a sua administração será governada por leis internacionais.

O Presidente americano, Trump, reafirmou perante a plateia de membros da Associação nacional de armas, que defende porte de armas para todo o cidadão americano, que a sua administração rege-se por leis americanas:

Donald Trump reafirma direito constitucional de porte de armas e recusa a ONU 27/04/2019 ouvir

"Sob a minha administração, jamais abandonaremos a nossa soberania a ninguém. Nunca permitiremos que burocratas estrangeiros, espezinhem a vossa liberdade constitucional plasmada na segunda emenda da Constituição."

"Cidadãos americanos serão governados pelo Direito americano e não pelo Direito de países estrangeiros. Obrigado!"