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Nástio Mosquito, artista angolano e o engajamento na Arte

Por RFI

No nosso Magazine Artes, uma conversa entre o nosso correspondente, na capital portuguesa, Luis Guita com o artista multimédia angolano, Nástio Mosquito, que partilhou em Lisboa a sua performance artística de video, música ou poesia. 

Com um curriculum que abrange os mais conceituados espaços artísticos mundiais como a Fundação Cartier, em Paris, o MoMA, em Nova Iorque ou o Museu Tinguely, em Basileia, Nástio Mosquito esteve recentemente em Lisboa para apresentar uma performance inédita.

A RFI aproveitou a ocasião para entrevistar o artista multimédia angolano. Entre outros temas, Nástio fala-nos da performance apresentada na capital portuguesa, da sua atitude resoluta de transformar perspectivas em realidade e do seu processo criativo.

Nástio Mosquito apresentou recentemente, em Lisboa, a performance inédita “Aquilo que a minha avó me deu”. Na performance, o artista multimédia angolano celebra as relações humanas, as contradições, partilha dúvidas e a responsabilidade do “para onde vamos”.

No MAAT, Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, Nástio Mosquito, conhecido mundialmente pelos trabalhos de performance, música, vídeo e poesia, que mostram um compromisso intenso com o potencial aberto da linguagem.

Nástio Mosquito, ocupou o polo Central Tejo, um dos mais belos exemplos portugueses de arquitetura industrial da primeira metade do séc. XX, para apresentar uma performance onde o engajamento ultrapassa as divergências.