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Música: A força da União das Tribos

Por Vitor Matias

A União das Tribos existia já, desde 2011, em estado embrionário, por assim dizer. Mas é em 2014 que surge o seu primeiro trabalho discográfico e, desde aí, o grupo, assumidamente rock, soube impor-se no panorama musical português trazendo novas tendências musicais e novas sonoridades, que começavam a faltar.

O ano de 2016 é o da grande transformação: Sérgio Lucas, o primeiro vocalista, tem de partir, e é substituido por Mauro Carmo, ex-Red Lizzard. Marco Cesário, que tinha tocado nos Braindead, Ritual Tejo e Ala dos Namorados, está na bateria; António Côrte-Real, dos UHF, é o guitarra - solo, e Tó Morais, nos coros e harmónica. Luís Simões “Cebola” membro dos UHF, e que já tinha tocado com Rita Red Shoes, foi o viola - baixo ( mas foi recentemente substituido por Donovan Bettencourt, sobrinho do grande guitarrista luso-americano Nuno Bettencourt).

A União das Tribos enveredou por novos caminhos, e experiências mais abrangentes e, em Fevereiro de 2017, grava o álbum “Amanhã” , com a participação de grandes nomes da música portuguesa, vindos de vários horizontes musicais :

Tim (Xutos&Pontapés), Miguel Angelo (Delfins), o duo Anjos, a fadista Mafalda Arnauth, António Manuel Ribeiro (UHF), e Carlão que, no passado, tinha sido a voz dos Da Weazel.  O álbum “Amanhã” é uma das melhores vendas desse mês e ano, em Portugal.

A RFI ouviu António Côrte – Real, que nos falou um pouco do grupo, e dos seus projectos.