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Venezuela: Manifestação reprimida em dias de apagão

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Manifestação na Venezuela. RONALDO SCHEMIDT / AFP

Em Caracas a polícia da Venezuela recorreu a gás lacrimogéneo para dispersar uma manifestação convocada por Juan Guaidó, autoproclamado Presidente interino do país, numa altura em que os venezuelanos enfrentam um corte de electricidade que afeta vários bairros de Caracas e mais de metade do território há 40 horas.


A oposição venezuelana quer exercer uma pressão contra o Governo de Maduro, convocando manifestações. No entanto Nicolás Maduro também convocou uma concentração na capital do país.

Os dois líderes continuam a defrontar-se à distância, enquanto o país enfrenta um apagão que dura há 40 horas. No entanto a electricidade foi restabelecida em algumas zonas de Caracas, sendo que mais de metade do território ainda enfrenta esse corte de electricidade.

O apagão que fez uma vítima: Marielsi Aray tinha 25 anos e estava internada na unidade de terapia intensiva, onde estava sob assistência respiratória.

A Venezuela está a sofrer desde quinta-feira com esse apagão. Continua encerrado o metro de Caracas, no que diz respeito às comunicações fixas e móveis continuam afectadas e só é possível fazer chamadas de curta distância.

O apagão cumpriu 40 horas seguidas nos Estados de Trujillo, Zulia, Táchira, Anzoátegui, Merida, Lara e Monagas, segundo as autoridades.

O Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, responsabiliza os Estados Unidos, nas redes sociais, pelo corte de energia.

O Governo de Nicolás Maduro afirma que o corte de energia foi provocado por “um ato de sabotagem” na principal central hidroelétrica do país.