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Mundo aplaude abraço das Coreias

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Mundo aplaude abraço das Coreias Reuters

Kim Jong-un e Moon Jae-in abraçaram-se e o mundo aplaudiu. A cimeira entre a Coreia do Norte e a Coreia do Sul decorreu esta sexta-feira na Zona Desmilitarizada da Coreia. Os líderes dos dois países anunciaram “uma nova era de paz” e prometeram “desnuclearização da Península da Coreia”.


As reacções a este encontro foram-se imediatamente multiplicando. Donald Trump, presidente dos Estados Unidas da América, falou num encontro “histórico”.

Depois de um ano louco com lançamentos de mísseis e testes nucleares, está a acontecer um encontro histórico entre a Coreia do Norte e a Coreia do Sul. Boas coisas estão a acontecer, mas só o tempo o dirá!”, publicou Donald Trump, no Twitter.

O presidente norte-americano foi um dos primeiros a reagir ao encontro entre os líderes das duas Coreias e agradeceu igualmente ao presidente Xi Jinping pela “preciosa ajuda” neste dossier: “não se esqueçam da grande ajuda que o meu bom amigo Presidente Xi da China, deu aos Estados Unidos, em particular na fronteira com a Coreia do Norte. Sem ele [Xi Jinping] teria sido um processo muito mais longo e duro”.

O inquilino da casa Branca acrescentou, ainda, que os americanos devem estar “muito orgulhosos com o que se está a passar na Coreia”.

A França acolhe “favoravelmente” os sinais de “aproximação” entre as duas Coreias, indicou esta sexta-feira o porta-voz do Governo Benjamin Griveaux, acrescentando a esperança que se possam perdurar “no tempo”:

Obviamente que nos congratulamos com estes sinais, sinais muito tangíveis de uma reaproximação, na esperança de que possam perdurar no tempo".

"De qualquer forma, são boas notícias, já que ainda há alguns meses, mesmo há algumas semanas, tivemos um nível de tensão extremamente elevado entre as duas Coreias", sublinhou Benjamin Griveaux. “Tudo o que permita renovar o diálogo entre as duas Coreias e permita construir um novo futuro (…) é desejável", acrescentou.

A China ressaltou, por sua vez, a "coragem" de Kim Jong-un e Moon Jae-in, enquanto o primeiro-ministro japonês Shinzo Abe evocou "um passo positivo para a resolução de uma série de questões que envolvem a Coreia do Norte". O Kremlin, por seu lado, comemorou "novidades muito positivas".