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Estação espacial chinesa caiu sem controlo

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Imagem de Ilustração. Nasa via Reuters

A queda da estação espacial chinesa Tiangong-1 esteve no centro das atenções nos últimos dias. Houve muitas incertezas quanto ao paradeiro da estação, que acabou por se desintegrar quase por completa na atmosfera terrestre.


A estação espacial Tiangong-1, da agência espacial chinesa CNSA, entrou na atmosfera na madrugada da segunda-feira 2 de Abril e ardeu na sua grande maioria durante a queda. Os restos terão caído no sul do Oceano Pacífico, anunciou a administração de Pequim.

A estação, conhecida como Palácio Celeste, com mais de 10 metros, era a pérola do programa espacial chinês, o protótipo da estação espacial permanente que o país espera lançar para o espaço por volta de 2022. O Palácio Celeste foi colocado em órbita em Setembro de 2011 e estava programado para fazer uma entrada controlada na atmosfera. Porém, deixou de funcionar em Março de 2016. Para substituir a primeira estação espacial, já foi lançado o Tiangong 2, em Setembro de 2016.

No entanto o lugar exacto onde ia cair a estação foi algo incerto durante os últimos dias. Especialistas apontaram o Brasil, ou ainda a Europa, ou por fim África como possíveis destinos.

Para Cláudio Moisés Paulo, astrofísico moçambicano, os riscos são limitados por força da atmosfera terrestre, no entanto a preocupação pode ajudar a melhorar as próximas missões espaciais.

Cláudio Moisés Paulo, astrofísico moçambicano 03/04/2018 ouvir