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Israel Palestina Donald Trump Jerusalém Manifestação Confrontos

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Palestina novos confrontos após decisão americana

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Queima de bandeiras americanas e de cartazes com a figura do Presidente Donald Trump e do Primeiro-ministro Benyamin Netanyahu em Rafah(Gaza) no dia 6 de Dezembro de 2017 . REUTERS/Ibraheem Abu Mustafa REUTERS/Ibraheem Abu Mustafa

Dezenas de milhares de manifestantes desfilaram nesta sexta-feira em Gaza, para protestar contra o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel, pelos Estados Unidos.Segundo, os dirigentes do Hama , dezenas de palestinianos ficaram feridos no decurso dos confrontos com os militares israelitas, próximo da barreira de segurança,na fronteira entre Gaza e Israel .


Nesta sexta-feira a tensão entre as forças de segurança de Israel e os manifestantes palestinianos registou um crescendo, com confrontos que segundo os dirigentes do Hamas, resultaram em dezenas de feridos. Os confrontos ocorreram depois da tradicional oração muçulmana de sexta-feira, quando várias dezenas de milhares de pessoas foram às ruas da faixa de Gaza, para protestar contra a decisão do Presidente americano Donald Trump. No decurso da manifestação viam-se cartazes com a inscrição: toda a cidade de Jerusalém é nossa.

Vários chefes dos movimentos palestinianos participaram nos desfiles, que também tiveram lugar na Cisjordância, território administrado pelo Fatah, liderado por Mahmud Abbas. O apelo a manifestar todas as sextas-feiras nos países muçulmanos e nos Territórios palestinianos , foi lançado pelo chefe do Hamas, Ismaïl Haniyeh, de forma a protestar contra a decisão tomada pelos Estados Unidos de reconhecer Jerusalém como capital de Israel, no passado dia 6 de Dezembro.

Nas manifestações de sexta-feira foram baleados mortalmente dois palestinianos,bem como queimadas bandeiras americanas e israelitas e espezinhados cartazes com a figura de Donald Trump.

De acordo com o Ministério da Saúde palestiniano, Yasser Sokar de 32 anos e Abu Thurayeh de 29, tornaram-se respectivamente a quinta e a sexta pessoas a morrer, desde que Donald Trump anunciou o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel.