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Obama admite acção terrorista na Califórnia

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Obama admite acção terrorista na California REUTERS/Mike Blake

O presidente norte-americano, Barack Obama, veio hoje admitir que o ataque sangrento a um centro social de San Bernardino, na Califórnia, e que fez 14 mortos e 17 feridos pode ter sido uma acção terrorista. As autoridades identificaram os dois elementos, um casal: Syed Rizwan Farook e Tashfeen Malik.


Syed Rizwan Farook era inspector ambiental e trabalhava para o departamento de saúde do condado de San Bernardino há cinco anos, o que estará a baralhar as conclusões da polícia e das agências de informações. O homem era casado com Tashfeen Malik com quem tinha uma filha de seis meses.

Segundo a imprensa, Syed Farook, estaria alterado e zangado, depois de uma discussão, tendo regressado ao centro social de apoio a pessoas com deficiência, acompanhado pela mulher, onde na altura decorria uma festa, fortemente armados atiraram a matar.

Depois do tiroteio, os dois suspeitos fugiram numa carrinha e deixaram para trás três engenhos explosivos encontrados pelas autoridades. Horas depois a polícia detectou os suspeitos numa casa em Redlands que acabaram por ser abatidos. Nesta operação um agente da polícia ficou ferido sem gravidade. Uma terceira pessoa foi detida e foi interrogada. Mas o chefe da polícia de San Bernardino, Jarrod Burguan, deu a entender que as autoridades já não acreditam que um terceiro suspeito esteja a monte.

Acção terrorista

O chefe de Estado norte-americano veio dizer hoje que é possível que se tenha tratado de um acto terrorista, embora tenha ressalvado que ainda não há provas concretas. Obama referiu que podem ser vários os motivos dos atiradores o que poderá vir a dificultar a investigação.

Candidatos às presidenciais reagem ao ataque

A candidata presidencial Hillary Clinton reagiu a este ataque sangrante fazendo referência à legislação sobre o porte de armas. O candidato Donald Trump desejou boa sorte à polícia, enquanto Jeb Bush apresentou condolências às famílias das vítimas.