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Líderes do G8 pressionam Putin sobre conflito na Síria

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O presidente dos EUA, Barack Obama, ao lado do presidente da Rússia, Vladimir Putin, na segunda-feira, 17 de junho de 2013. REUTERS/Kevin Lamarque

Na Irlanda do Norte, o primeiro-ministro britânico, David Cameron, fez o que pôde para tentar chegar a um acordo com outros sete líderes do G8 sobre a situação da Síria. A cúpula de dois dias começou na segunda-feira, dia em que os presidentes dos Estados Unidos e Rússia conversaram a portas fechadas.  


Após o dia inteiro dedicado ao tema na reunião de cúpula, a crise na Síria, o primeiro-ministro britânico David Cameron convidou seus colegas para um jantar reservado apenas para os chefes de estado e de governo; nem mesmo assessores e ministros puderam participar.

A tentativa de aproximar os representantes do países mais industrializados do mundo, além da Rússia, parece ter funcionado. Integrantes do governo britânico afimam que o presidente russo, Vladimir Putin, foi pressionado para aderir ao comunicado final da reunião que pede paz e melhor acesso à ajuda humanitária na Síria.

Putin teve encontro reservado com o presidente americano, Barack Obama, no primeiro dia da cúpula. E embora os dois líderes tenham visões completamente opostas sobre o regime de Bashar al Assad, ambos concordaram que é preciso acabar com o banho de sangue. Russos e americanos estão trabalhando juntos na organização de uma conferência em Genebra para encontrar uma solução política para o conflito.

O encontro do G8 na Irlanda do Norte segue nesta terça-feira com mais reuniões bilaterais e discussões sobre Impostos, Comércio e Transparência. As conclusões dos debates serão conhecidas ainda nesta tarde durante as entrevistas coletivas dos líderes que participam do encontro.