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Campanha eleitoral em Moçambique marcada por violência

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Moçambique vive uma campanha eleitoral violenta com mortes e detenções Isaac Kasamani / AFP

A campanha eleitoral em Moçambique, no quadro das eleições gerais de 15 de outubro está a ser marcada por incidentes com a comissão nacional de eleições preocupada com a violência. Já houve inclusivamente mortes e detenções sem falar na intolerância política nestas duas semanas iniciais de campanha eleitoral.


A Comissão Nacional de Eleições está preocupada com a violência, mortes por acidentes e atropelos a lei e a intolerância política durante os primeiros 15 dias dos 43 reservados à campanha eleitoral, no quadro das eleições gerais de 15 de outubro.

Situações que resultaram em 29 detenções e na reunião com os representantes dos partidos, o presidente do órgão, Abdul Carimo, exigiu correcção.

"Cumprir escrupulosamente a lei, o código de conduta e ética dos partidos políticos. (...) E fornecer informações detalhadas sobre o programa de actividade do dia-a-dia às autoridades policiais para a garantia da segurança das caravanas sem receios."

Enquanto isso, a Missão de Observação Eleitoral da União Europeia composta por 32 elementos já trabalha no país e com claros objectivos revela o chefe da missão o eurodeputado Sanchez Amor.

"A missão permanecerá no país, até à validação dos resultados." 

Nos próximos dias chega ao país mais um grupo de 76 observadores da União Europeia.

De Maputo, o nosso correspondente, Orfeu Lisboa. 

Orfeu Lisboa, correspondente, em Maputo 14/09/2019 ouvir