rfi

No ar
  • RFI em Português
  • Noticiário em Português
  • RFI Mundo

Campanha eleitoral Eleição presidencial Moçambique Criança Eleições gerais Filipe Nyusi

Publicado a • Modificado a

Moçambique: crianças não devem participar em caravanas eleitorais

media
Crianças moçambicanas não devem participar nas caravanas eleitorais DR

A polícia de Moçambique adverte que a participação de crianças nas caravanas dos partidos que concorrem às eleições gerais de 15 de Outubro, constitui um ilícito eleitoral, punível por lei.


A campanha eleitoral com vista às eleições gerais e das assembleias provinciais de 15 de Outubro, vai no seu segundo dia e já com relatos de uso de crianças pelos partidos nas suas caravanas.

Um acto que a polícia já veio condenar por constituir um ilícito eleitoral.

A Associação Moçambicana das Vítimas da Insegurança Rodoviária - ANVIRO - não só condena, como manifesta preocupação com os acidentes que possam ocorrer por estas alturas, devido ao consumo de álcool e à condução de viaturas por pessoas incluídas nas caravanas, mas não habilitadas.

Aos partidos, Alexandre Nhampossa, presidente do órgão apela a que "todo o movimento, a mobilidade das pessoas, tem que ser possível e em condições minimamente seguras".

O segundo dos 43 dias reservados a caça ao voto ficou marcado pela aparição pública e em comício do candidato presidencial do MDM Daviz Simango, em Gurué na província da Zambézia, faltando agora Ossufo Momade da Renamo que deverá sair à rua também na Zambezia na próxima terça-feira (3/09).

Os candidatos presidenciais da Frelimo Filipe Nyusi e Manuel Albino do Amusi apresentaram-se ao eleitorado a 31 de Agosto, no primeiro dia da campanha.