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Acordo Geral de Paz rubricado em Maputo, mas incertezas persistem

Por Isabel Pinto Machado

Em Moçambique o governo da Frelimo e a Renamo assinaram esta terça-feira em Maputo o segundo Acordo Geral de Paz, depois do de 1992 em Roma, intercalado pelos Acordos de Cessação de Hostilidades em 2014 e o último a 1 de Agosto de 2019, algures na serra da Gorongosa, rubricado entre o Presidente Filipe Nyusi, também presidente da Frelimo e o presidente da Renamo Ossufo Momade.

Só que desta vez a Renamo está confrontada com uma cisão interna, designada Junta Militar, liderada pelo major-general Mariano Nhongo Chissinga que não reconhece a liderança de Ossufo Momade, promete eleger um novo líder a 17 de Agosto e recusa entregar as armas, no quadro do processo de Desarmamento, Desmilitarização e Reintegração - DDR - do braço armado do principal partido de oposição.

Baltazar Fael, pesquisador no Centro de Integridade Pública - CIP - considera que houve "precipitação" em todo este processo, para "alcançar o Acordo Geral de Paz e o desarmamento da Renamo antes das eleições gerais, marcadas para 15 de Outubro" deste ano.

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