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Moçambique Ciclone Ciclone Idai Ciclone Idai 2019 Ajuda humanitária

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Universidade Eduardo Mondlane arregaça mangas

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Menino que recebeu ajuda num centro de acolhimento em Dondo, a 35 quilómetros da Beira. 27 de Março de 2019. Yasuyoshi CHIBA / AFP

A Universidade Eduardo Mondlane vai ajudar as vítimas do ciclone IDAI. A mais antiga instituição pública de ensino superior em Moçambique vai enviar produtos alimentares, dinheiro e equipas de estudantes e professores para as zonas afectadas. Número de mortos em Moçambique subiu para 518.


A Universidade Eduardo Mondlane, a primeira e mais antiga instituição pública de ensino superior no país, vai ajudar as vítimas do ciclone IDAI, no centro de Moçambique, com o envio de produtos alimentares, dinheiro num montante não revelado e equipas de estudantes e professores, incluindo do departamento de psicologia. A informação foi avançada por Orlando Quilambo, reitor da instituição.

Os estudantes das mais diferentes áreas acreditam que vão poder dar assistência a milhares de pessoas que vivem o trauma de terem perdido os seus familiares durante o ciclone de 14 de Março e as cheias que se seguiram.

Hoje, o Instituto Nacional de Gestão de Catástrofes (INGC) actualizou para 518 o número de vítimas mortais provocado pelo ciclone e 1.641 feridos. Mais de 146 mil pessoas estão instaladas em centros de acolhimento.

A estimativa de pessoas afectadas mantém-se em 843.723 e o número de famílias beneficiárias de assistência humanitária é de 29.291. Por pessoas afectadas entende-se todas aquelas que perderam as casas, precisam de alimentos ou de algum tipo de assistência.

De acordo com as autoridades, 59.910 casas foram totalmente destruídas, 33.925 foram parcialmente destruídas e 15.784 inundadas.

O ciclone Idai atingiu a região centro de Moçambique, o Maláui e o Zimbabué a 14 de Março.

Oiça aqui a reportagem de Orfeu Lisboa.

Reportagem de Orfeu Lisboa 01/04/2019 ouvir