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Moçambique quer tirar proveito do gás natural

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Imagem de Ilustração. HAIDAR MOHAMMED ALI / AFP

A 5ª Cimeira de petróleo e gás decorre desde quarta-feira e até amanhã em Maputo. O Governo moçambicano apela à coesão das empresas nacionais por forma a tirarem maior proveito do negócio do petróleo e gás natural, um sector onde grande parte das companhias multinacionais prevêem nos próximos anos realizar avultados investimentos de mais de 40 mil milhões de euros.


Começa a ficar mais próxima a extração dos primeiros metros cúbicos do gás natural da bacia do Rovuma. Durante a abertura da 5ª Cimeira de Maputo sobre o petróleo e gás, as autoridades moçambicanas garantem que este será um bom negócio para o país.

Num negócio dominado por companhias estrangeiras, o Governo estima que pelo menos 2 mil e 500 nacionais já tem empregos assegurados e com a perspectiva de realização de cerca de 40 mil milhões de euros de investimentos no sector, nos próximos anos.

O Governo, diz o vice-ministro dos recursos minerais e energia, Augusto Fernando, quer ver mais empresas nacionais envolvidas no negócio.

Moçambique dispõe de reservas estimadas em 180 mil milhões de pés cúbicos de gás natural em jazigos localizados na bacia do Rovuma, ao largo da costa norte de Moçambique.

Mais pormenores com o nosso correspondente, Orfeu Lisboa.

Correspondência de Maputo 01/11/2018 ouvir