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Renamo Moçambique Afonso Dhlakama 1953-2018

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Última despedida a Afonso Dhlkama

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Populares participam nas cerimónias fúnebres do presidente da Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO), Afonso Dhlakama, as cerimónias fúnebres na sua aldeia natal, em Mangunde, Moçambique, 10 de Maio de 2018. Lusa

Afonso Dhlakama foi esta quinta-feira sepultado em Mangunde, a sua terra natal, a 300 km da Beira, uma semana depois de ter morrido na serra de Gorongosa devido a complicações de saúde.


Mangunde, a aldeia natal de Afonso Dhlakama recebeu esta quinta-feira milhares de pessoas para o derradeiro adeus ao presidente da Renamo.

A cerimónia religiosa começou pelas 9H30 locais, com a participação de varias autoridades locais e com uma mensagem da família de André Matsangaissa. O representante do primeiro presidente da Renamo sublinhou o desejo de que a nova liderança da Renamo continue a ter em conta os ideais dos dois líderes históricos do partido.

Os discursos de condolências depois de lidos foram entregues a um dos tios de Afonso Dhlakama, o mesmo que recebeu a bandeira de Moçambique que durante as cerimónias cobria a urna de Afonso Dhlakama.

Aron Dhlakama, tio do líder da Renamo ainda tentou falar aos jornalistas mas a emoções falou mais alto.

Afonso Dhlakama foi sepultado pelas 11h15, no cemitério da família em Mangunde, com uma salva de espingarda das forças de segurança de Moçambique.

O líder da Renamo morreu na quinta-feira da semana passada, aos 65 anos, na Serra da Gorongosa onde se encontrava refugiado, devido a complicações de saúde.

Reportagem da nossa enviada especial à cidade da Beira, Cristiana Soares 10/05/2018 ouvir