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Guiné-Bissau Presidenciais Presidente África Lusófona Política

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Candidaturas aumentam às Presidenciais

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Carlos Gomes Júnior, antigo primeiro-ministro da Guiné-Bissau. Miguel Martins/RFI

Os candidatos às eleições presidenciais de 24 de Novembro já estão a tomar posições. Hoje foi a vez do antigo primeiro-ministro guineense, Carlos Gomes Júnior, anunciar-se como candidato independente, "mas contando com todos os partidos políticos para mudar a imagem da Guiné-Bissau e promover um verdadeiro desenvolvimento".


Carlos Gomes Júnior deu o pontapé de saída. Candidato independente, o antigo primeiro-ministro e ex-líder do PAIGC é assim a primeira figura política a assumir-se como candidato à sucessão do Presidente José Mário Vaz, que também será, ao que tudo indica, candidato a um segundo mandato.

Falando para centenas de apoiantes na localidade de Gardete, arredores de Bissau, Carlos Gomes Júnior, actualmente com 69 anos, disse que assume o desafio de ser o próximo Presidente por considerar que a Guiné-Bissau vive um momento particularmente importante da sua história.

Intitulando-se de homem de acção, Gomes Júnior defende que só com um verdadeiro desenvolvimento o país poderá ganhar a paz com que todos almejam.

Cadogo, como também é conhecido, acredita que com as potencialidades e os recursos naturais de que dispõem a Guiné-Bissau é possível promover um rápido crescimento económico, gerar trabalho para os jovens e explorando bem os recursos naturais, todos se sentirão tranquilos no país.

Cadogo disse ainda que com ele na Presidência, a Guiné-Bissau, que já provou ao mundo ser constituído por um povo que não se deixa subjugar, vai demonstrar ser uma nação una, de paz e de diálogo.

Afirmou também que, se for eleito Presidente, vai-se reger estritamente na Constituição da República, desenvolver estratégias de cooperação institucional com o Governo e situar-se acima dos partidos políticos.

Mais pormenores com o nosso correspondente, Mussá Baldé.

Correspondência de Bissau 14/08/2019 ouvir