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Terceira ronda de greves na Função Pública da Guiné Bissau

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Terceira ronda de greves na Função Pública da Guiné Bissau DR/UNTG

Desde hoje e até quinta-feira, os funcionários públicos da Guiné-Bissau encaminharam uma terceira ronda de greve, para exigir ao governo o cumprimento do caderno reivindicativo e o aumento do salário mínimo para cerca de 150 euros. Os sindicatos exigem igualmente a implementação de diplomas para permitir a avaliação na administração pública. 


É a terceira ronda de uma série de greves que os sindicatos dos trabalhadores da Função Pública prometem desencadear para pressionar o governo a cumprir com uma série de exigências.

Desde logo, os sindicatos UNTG e CGSI pretendem, entre outras reivindicações, um aumento que eleve o salário mínimo para cerca de 150 euros mensais. Atualmente o salário mínimo nacional anda na casa dos 75 euros.

Exigem a implementação de diplomas legais que vão permitir a avaliação do desempenho da Administração pública e do novo Código de Trabalho.

Mas, para as duas centrais sindicais, urgente mesmo é a paragem de entrada de pessoas na função pública só por serem militantes de partidos políticos.

Alves Té, é o presidente da comissão negocial que fala em nome dos sindicatos.

(...) Achamos por bem exigir do governo a implementação do que consta do estatuto do pessoal de administração pública…".

Esta ronda de greve geral na Função Pública está a ter mais impacto junto da população com a adesão dos funcionários da empresa de eletricidade e águas. Desde as primeiras horas deste terça-feira que Bissau está sem energia e água da rede pública.

A greve geral na Função Pública deve terminar na quinta-feira.

De Bissau, o nosso correspondente, Mussa Baldé. 

Mussá Baldé, correspondente, em Bissau 21/05/2019 ouvir