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Natal Guiné Bissau Cabo Verde São Tomé e Príncipe

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O Natal na África Lusófona

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Natal é a festa das crianças WALTER DHLADHLA / AFP

O Natal foi celebrado como todos os anos em Cabo Verde, em São Tomé e Príncipe e na Guiné Bissau. As celebrações festivas passaram-se num contexto relativamente pacífico apesar das dificuldades causadas pela crise actual.


Cabo Verde :

Em Cabo Verde, o Natal foi um bom pretexto para anunciar novas medidas políticas sobre a família e a inclusão social. Estas serão implementadas pelo Governo em 2018.

Para está noite, dia 25 de Dezembro, os espectáculos musicais e bailes encerram a festa de Natal, muitos não têm que se preocupar com o dia de amanhã, visto que o Governo concedeu tolerância de ponto para o dia 26 de Dezembro.

Mais pormenores sobre o ambiente natalício de Cabo Verde com o nosso correspondente Odair Santos.

Correspondência Cabo Verde. Odair Santos 25.12.2017 25/12/2017 ouvir

São Tomé e Príncipe :

Em São Tomé e Príncipe, apesar da crise, o Natal não deixou de ser marcado pela esperança num futuro melhor. As provas deste optimismo notaram-se na importante actividade comercial deste final de ano.

Paralelamente, o Primeiro-Ministro santomense, reunido com os militares na ilha do Príncipe para a ceia de Natal, expressou o desejo de ver no próximo ano um Natal mais feliz para todos. Em 2018, devem decorrer as eleições legislativas em São Tomé e Príncipe.

Mais pormenores sobre as festas de fim de ano com Maximino Carlos.

Correspondência. São Tomé. Maximino Carlos 25.12.2017 25/12/2017 ouvir

Guiné Bissau :

O Natal na Guiné Bissau foi marcado pela crise política com consequência sobre as condições de vida da população guineense. As mensagens dos representantes da Igreja Católica foram no sentido de uma maior unificação da Nação.

Na sua tradicional missa do Galo, o Bispo de Bissau, Dom José Camnaté, aproveitou a ocasião para chamar a atenção aos guineenses sobre a lógica de divisão que disse estar em curso país. Dom José Camnaté considerou ainda que apesar de ser perceptível que Deus gosta da Guiné-Bissau, volvidos mais de 40 anos após a independência, ainda não se construiu uma verdadeira nação guineense.Eis as declarações do Bispo de Bissau, Dom José Camnaté, recolhidas por Mussa Balde.

Correspondência . Guiné-Bissau. Mussa Balde 25.12.2017 25/12/2017 ouvir