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Reforma das pensões e greve nos transportes públicos em França

Por João Matos

As primeiras páginas dos jornais franceses estão dominadas por questões sociais com a reforma das pensões ou a greve nos transportes públicos em França.

Pensões de reforma: a batalha dos regimes especiais, titula, LE MONDE. O primeiro ministro afirmou ontem querer dispor de todo o tempo necessário para a instalação do sistema universal de pensões e previdência.

Ele anunciou mais escuta, mais diálogo com os parceiros sociais e uma consulta cidadã até ao fim do ano. A maioria dos sindicatos mostra-se céptica e as profissões que beneficiam de um regime especial de pensões começam a mobilizar-se, acrescenta, LE MONDE.

Aposentadoria: Édouard Philippe na linha da frente, replica, em título, LE FIGARO. O primeiro ministro detalhou ontem os objectivos, o método e o calendário retidos para realizar a reforma mais sensível deste mandato de 5 anos, que deverá ser votada no verão de 2020, nota, LE FIGARO.

Pensões, governo corre o risco que ficar com o dedo trancado na porta, titula, LIBÉRATION. 10 linhas de metro encerradas e o que resta vai devagarinho por causa duma greve dura esta sexta-feira na companhia periurbana, RATP, que está contra essa reforma das pensões, nota LIBÉRATION.

Mudar de clima, titula, L'HUMANITÉ. Meio ambiente, social, esquerda, solidariedade, cultura e concertos, constituem temas da Festa do jornal. Alunos dos liceus e coletes amarelos mobilizam-se para o concerto de 20 de setembro. Não há trabalho num planeta morto, afirma uma sindicalista. São 3 dias da festa de L'HUMANITÉ, onde a questão do aquecimento global vai ser passada a pente fino.

Mudando de assunto, no Israel, o eleitorado árabe está a ter dificulades para se mobilizar contra Netanyahou. Os partidos árabes apresentam uma lista única  no quadro das eleições legislativas de 17 de setembro. Os árabes denunciam um sistema de apartheid em Israel.

Enfim, em relação à África, LA CROIX, titula, Tunísia, democracia à prova dos 9. A incerteza paira sobre a primeira volta da eleição presidencial tunisina no dia 15 de setembro.

Num escrutínio  muito incerto, 7 milhões de tunisinos, vão votar na primeira volta para escolher os 2 finalistas entre 26 candidatos presidenciais. É uma democratização bem real mas frágil na Tunísia, sublinha, LA CROIX.

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