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Planeta Terra está a ser estarrecido pelo homem diz ONU

Por João Matos

As primeiras páginas da imprensa diária francesa apresenta-se diversificada tanto a nível nacional como a nível internacional. 

LE MONDE titula a humanidade esgota a Terra. Peritos da ONU sobre a evolução do clima advertem sobre a exploração excessiva dos recursos do planeta, num relatório desta quinta-feira.

O GIEC, considera qiue 72% das terras não glaciais estão sob as garras humanas e que o nosso consumo por habitante explode. A degradação dos solos e a desflorestação ameaçam a segurança alimentar, empobrecem a biodiversidade e amplificam as emissõs de gás de efeito de estufa, acrescenta LE MONDE. 

Clima, começa no seu prato, titula LIBÉRATION. Esgotado por actividades humanas, o solo do planeta está muito degradado, explica o novo relatório do GIEC. A única solução é transformar de mamneira profunda a agricultura e a alimentação, sublinha LIBÉRATION.

Vaga de turismo industrial, titula, LA CROIX. Em  todos os cantos de França, empresas recebem visitantes para apresentarem a sua especialidade. Os estaleiros navais abertos ao público há 10 anos conhecem um sucesso louco. No verão, entusiasmados e apaixonados por paquetes luxuosos, famílias inteiras vão à descoberta desses estaleiros excepcionais. 

Também a Empresa de electricidade de França, tem o turismo industrial como valor para os empregados. Mas para a maioria das empresas a visita de turistas permite conhecer o que nelas se faz e vender directamente nas butiques das fábricas, nota, LA CROIX. 

Menores estrangeiros, demissão culpada das autoridades, titula, L'HUMANITÉ. Em Orleães, 150 adolescentes estão ameaçados de despejo a 31 de agosto num autêntico desprezo dos direitos da criança. Esta situação força associações, sindicatos e partidos políticos de esquerda a ocupar o átrio de instituições locais como as de Loiret, a 100 quilómetrs a sul de Paris, que regularmente coloca adolescentes em situações de despêjo de lares sociais onde se encontram, nota L'HUMANITÉ. 

Mudando de assunto, no internacional, LE FIGARO, titula, Estados Unidos e China: razões duma escalada. Enquanto as suas negociações não desembocam em nada de positivo, multiplicam-se os pontos de fricção entre os dois países, com cada um persuadido de estar em condições de dobrar a espinha do adversário.

O braço de ferro comercial que opõe Wasghington e Pequim há vários meses entrou por um caminho preocupante. Agora chegou ao terreno da guerra de moedas após a desvalorização supresa do Yuan pela China, em represália à decisão do presidete americano, Trump de impor novas taxas a produtos chineses. O Tesouro americano replicou imediatamente acusando a China de manipular o yuan. A decisão da China de suspender as suas compras de produtos agrícols americanos agravou a crise.

Se a escalada continuar poderia criar um efeito dominó e afectar outros sectores tal as duas economias estão imbricadas. A poucos meses das presidenciais americanas, Donald Trump entende colocar esta guerra comercial no coração da campanha para ser reeleito, nota LE FIGARO. 

Enfim em relação à África, LE MONDE, dárelevo a Moçambique e assinatura de um acordo frágil. É à terceira de vez. Ao assinar um acordo de paz a 6 de agosto, cm Ossufo Momade, chefe da Renamo, o presidente de Moçambique, Filipe Nyusi, prometeu tornar irreversível um longo processo que conduza os veteranos da guerra civil moçambicana a abandonar as armas uma última vez depois de ter sido retomada em 2013. 

Mas persistem obstáculos  abreve trecho e o país que tenta restaurar a sua reputação junto dos doadores tem dificuldades com uma insurreição de radicais islâmicos no norte do país.

Um analista diz mesmo que o acordo não passa eleitoralista e teatral. Aliá não há unanimidade sobre o acordo de paz tanto do lado do poder como do lado rebelde? Ossufo Momade, em particular, enfrenta uma revolta no seio da Renamo,  liderada pelo general Mariano Nhongo e dissidentes que formaram uma Junta militar e continuar o combate.

O novo chefe da Renamo não consegue controlar a ala militar ou é uma táctica para conservar uma opção de regresso às armas se as promessas do poder não forem cumpridas? As duas hipóteses são consideradas válidas por uma parte dos observadores, nota LE MONDE. 

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