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Indústria farmacêutica alemã multada pela justiça americana

Por João Matos

As primeiras páginas dos jornais francesas apresentam-se diversificadas entre assuntos da actualidade nacional e internacional. 

Bayer, a aquisição de Monsanto, torna-se num pesadelo, titula, LE MONDE. O grupo farmacêutico volta a ter um trambolhão na Bolsa. Depois de ter pesado 136 mil milhões de euros em 2015, Bayer vale hoje 52 mil milhões ou seja menos que o valor da compra de Monsanto.

O grupo foi de novo condenado pela justiça a pagar 71 milhões de eeuros a uma vítima por causa do glifosato. Uma segunda derrota perante a justiça americana quando os tribunais devem ainda julgar 11 mil e 20 queixas-crime. Bayer tenta encaixar o murro no estômago, mas a sua próxima assembleia geral de fins de abril vai ser certamente muito agitada, nota LE MONDE.

O mesmo vespertino, faz ainda referência à Ucrânia e ao balanço de Petro Porochenko, candidato à sua reeleição na primeira volta das eleições presidenciais de domingo. Porochenko, tenta desesperadamente reconquistar um eleitorado que lhe virou as costas, acrescenta, LE MONDE.

Ucrânia, uma eleição na defensiva, titula, LA CROIX. Submetida a um conflito separatista a Ucrânia vota no domingo para eleger o seu presidente, depois de 5 anos de guerra que empobreceu a maioria da população.  Quem quer que seja o vencedor da presidencial deverá obter uma maioria na assembleia nas próximas eleições legislativas de outubro.

Numerosos analistas políticos temem uma fragmentação do voto eleitoral sem uma maioria clara  dando lugar a uma coabitação difícil para o pais, nota LA CROIX.

Mudando de assunto, em relação à actualidade nacional, Igrejas, vítimas de um preocupante vandalismo, titula, LE FIGARO. Roubos, profanações… os lugares de culto católicos são assaltados em todo o território, com cerca de 3 actos de vandalismo por dia.

Eleitos dos Republicanos, principal partido da oposição questiona as autoridades e reclamam uma missão de informação parlamentar antes do Verão para medir a dimensão do fenómeno e definir uma política de prevenção e de luta contra as profanações em todos os lugares de culto, nota, LE FIGARO.

Por seu lado, L’HUMANITÉ, titula sobre o encerramento de maternidade, uma política de parto, porta fora do hospital. Em 3 anos,  6 700 mulheres foram forçadas a  dar à luz nos seus próprios carros, em camiões ou carros de bombeiros, ou seja 6 crianças por dia que nascem nestas condições, num país rico como a França, nota, L’HUMANITÉ.

Enfim, LIBÉRATION, titula, sobre a Argélia dos rappers, cineastas, escritores ou desenhadores. Eles participam no movimento popular que  também querem alimentar. Os argelinos  começaram hoje a sexta semana de manifestações rclamando a demissão de Bouteflika e toda a sua casta que tornaram refém a Argélia.