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França: Mayotte prossegue barricadas

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Ministra francesa do Ultramar, Annick Girardin (à esquerda), com manifestantes a 12 de Março de 2018 em Petite-Terre, Mayotte, Oceano Índico. Ornella LAMBERTI / AFP

Continua a greve geral na ilha francesa de Mayotte no Oceano Indico. A ministra do Ultramar, Annick Girardin, admitiu nesta quarta, 14/3, que o levantamento das barricada poderá levar algum tempo. A governante compromete-se a respeitar os termos do acordo assinado na véspera.


A intersindical autorizou o levantamento progressivo das barricadas, que há 4 semanas bloqueiam o territorio.

A ministra francesa do ultramar Anick Girardin que desde segunda-feira está no território, anunciou ontem que após 5 horas de negociaçoes tinha sido concluído um acordo entre o Estado francês, os eleitos, sindicatos e o colectivo de cidadãos.

A governante lembrou que o acordo previa medidas imediatas de luta contra a insegurança e contra a imigração ilegal.

A chegada de muitos cidadãos oriundos das vizinhas ilhas do arquipélago das Comores atraídos por um nível de vida muito superior tem vindo a ser denunciada por populares.

Estes queixam-se também de uma grande degradação das condições de segurança.

Eis um excerto da declaração da ministra francesa do Ultramar, Annick Girardin, traduzida por Isabel Pinto Machado, a propósito do encontro obtido na noite de 13 de Março.

"O Estado deverá estar presente não apenas daqui a um mês, quando terminarmos o trabalho conjunto, mas já a partir de amanhã.

Assumi o compromisso de que a totalidade das forças que chegaram a este território estarão ao  lado dos cidadãos para garantir a segurança de todos.

Os missionàrios também ficam e trabalharão com o resto do colectivo, da inter sindical , mas igualmente, claro està  com os eleitos e todos os parceiros do território."

Annick Girardin, ministra francesa do Ultramar 14/03/2018 ouvir