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França: Guia Michelin 2018 e a excelência da restauração

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Michelin também distribuíu as suas estrelas na Ásia, como aqui na capital da Tailândia. AFP

Anualmente cumpre-se o ritual: o "Guide Michelin", o mais célebre guia gastronómico do mundo distribui as suas estrelas. 621 restaurantes foram distinguidos este ano, 5 a mais do que na última edição. A cerimónia decorreu no recinto Seine Musicale, na ilha Séguin em Boulogne Billancourt, perto de Paris.


Uma cerimónia que é a referência da gastronomia mundial, a partir de França, tida como incontornável na excelência culinária e que existe já há cinquenta anos.

No início da cerimónia prestou-se homenagem a Paul Bocuse, uma das maiores referências gastronómicas do mundo, falecido em França a 20 de Janeiro passado com 91 anos de idade.

Este guia atribui uma, duas ou três estrelas aos restaurantes que terão obedecido aos severos critérios de selecção dos inspectores do grupo.

Anne-Sophie Pic, a única mulher a contar com um resturante ostentando três estrelas neste guia Anne-Sophie Pic-Le Restaurant na cidade de Valence, foi a madrinha desta edição.

Dois restaurantes obtiveram três estrelas nesta edição: La Maison des Bois de Marc Veyraut em Manigod, nos Alpes, e Christophe Bacquié do restaurante do Hôtel du Castellet, no Sudeste.

O chefe Marc Veyraut, de 67 anos, é célebre por trajar de preto com o seu incontornável chapéu, e notabilizou-se, nomeadamente, pelo trabalho desenvolvido com ervas silvestres, e consegue, desta feita, esta distinção pela terceira vez.

Enquanto isso Christophe Bacquié, de apenas 45 anos, foi recompensado pela sua cozinha mediterrânica num restaurante que já ostentava duas estrelas desde 2010.