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Terrorismo, ruptura no PS francês, eleições no Irão

Por João Matos

Terrorismo, eleições no Irão ou a guerra que divide o Partido socialista francês, sobre várias reformas sociais e políticas, são as grandes manchetes dos jornais franceses nacionais.

LE FIGARO pergunta na sua manchete, Código de trabalho: Hollande vai conseguir controlar a sua esquerda? Basta!, escrevia ontem numa carta colectiva a antiga ministra e ex-líder do Partido socialista Martine Aubry.

Para o mesmo LE FIGARO, foi uma ataque violento contra a política do governo em geral. Um ataque, que no entanto, deixa de mármore, o Presidente Hollande e o seu primeiro-ministro Valls.

Aubry/Valls, o ponto de ruptura é a manchete do LIBÉRATION. Com a carta ataque, a Presidente da câmara municipal de Lille, imprime um novo dado na fractura que dilacera o partido socialista, entre uma esquerda social e outra esquerda liberal, sublinha LIBÉRATION.

Por seu lado, LE MONDE, destaca os três meses de estado de emergência e pergunta que balanço contra o terrorismo? O primeiro período de três meses termina na sexta-feira, mas o Parlamento já votou uma prolongação de mais 3 meses até 26 de maio.

Nesse meio tempo, mais de 3 mil rusgas, só resultaram em 3 processos antiterroristas, mas permitiram coimar cerca de 250 espécies de estupefacientes, 580 armas de cAlibre diverso e mais de 270 pessoas colocadas em residência domiciliária.

Enfim, 5 das pessoas sob residência domiciliária aprensentaram queixa-crime contra o ministro do interior por atentado à liberdade individual, nota LE MONDE.

Sobre política internacional, LA CROIX, faz a sua manchete titulando Sonhos iranianos. Na véspera das eleições legislativas, ainda é difícil fazer um mergulho num país, após o fim de um longo embargo, mas os iranianos esperam uma abertura.

Quanto à África, LIBÉRATION, faz uma longa reportagem sobre a Líbia, onde o exército prepara-se para o confronto com os combatentes da organização jihadista para o controlo de Misrat, que está na pista do chamado estado islâmico.

Para tal o governo pede a ajuda da comunidade internacional , sublinha, LIBÉRATION.