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Reforma de pensões complementares

Por João Matos

As primeiras capas dos jornais franceses apresentam-se diversificadas, com LE MONDE, por exemplo, a privilegiar a despenalização da canabis ou LE FIGARO a dar relevo a pensões de reforma complementares.

Para LE MONDE os fumadores da canabis poderão a partir de agora escapar-se ao tribunal. 

Não é para traficantes mas para simples consumidores que poderão, assim, pagar imediatamente uma multa à polícia e não comparecer perante um juiz, sublinha LE MONDE.

Por seu lado, LE FIGARO destaca pensões de reforma complementares que devem sofrer uma reviravolta, se não quiserem entrar em falência.

Patronato e sindicatos estão reunidos à procura de soluções até ao fim do ano para que haja de um acordo sobre o financiamento dos regimes de empregados e de quadros deste sector,  LE FIGARO.

Já para LIBÉRATION, temos Iémen a guerra esquecida. A população caiu na armadiha do conflito que desde o mês de março, provocou 5 mil mortos e 25 mil feridos, tendo como pano de fundo uma luta de influência entre a Arábia Saudita e o Irão, de um lado e doutro, o estado islâmico e Al Qaeda.

Em relação à África, LE MONDE, refere-se ao Sínodo sobre a família e os africanos, que apostam no statu quo. Os prelados de África organizam-se pela primeira vez para pesarem nos debates na Igreja católica.

0s bispos africanos chegaram em Roma com um discurso forte acusando os países ocidentais de quererem impor às sociedades africanas as suas concepções sobre o controlo de natalidade, a homossexualidade, o género ou a eutanásia, como condição para termos os fundos de desenvolvimento, o que  é não nos respeitarem e uma nova colonização ideológica, disse o Cardeal Philippe Ouedraogo, do Burkina Faso, citado por LE MONDE.