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Últimas vagas para a Copa de 2014 começam a ser definidas nesta 4ª feira

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Treino da Seleção Mexicana que recebe a Nova Zelândia no Estádio Azteca nesta quarta, às 18h30 REUTERS/Edgard Garrido

Os confrontos intercontinentais entre México e Nova Zelândia e Uruguai e Jordânia nesta quarta-feira, começam a definir as últimas vagas que faltam para o Mundial de futebol no Brasil. Na sexta-feira, estarão em campo as seleções que se enfrentam pela repescagem da zona europeia.


México e Uruguai são os grandes favoritos na repescagem dos confrontos entre diferentes continentes. Na última Copa do Mundo, uruguaios e neozelandeses também tiveram que passar pela repescagem para garantir a vaga. Os jogos de volta estão programados para o dia 18 de novembro.

Para o México, que recebe a Nova Zelândia, estar na repescagem já foi considerado um feito diante de um percurso caótico na fase de classificação. Foram apenas 2 vitórias em 10 jogos. A chance da repescagem só veio depois de uma vitória apertada dos Estados Unidos contra o Panamá.

O México testou três treinadores nas últimas semanas (José Manuel de la Torre, Luis Fernando Tena e Victor Manuel Vucetich) antes de optar por Miguel Herrera. E Herrera surpreendeu ao convocar apenas mexicanos atuando no país, deixando de lado estrelas “europeias” como Javier "Chicharito" Hernandez (Manchester United) e Giovani Dos Santos (Villarreal).

Ele conta com 10 jogadores do América, atual campeão do país, time que ele comanda, para conquistar a vaga para a Copa de 2014. Apesar da situação turbulenta, o México, atual 24° do ranking, é o grande favorito para superar a Nova Zelândia, 79° da classificação da FIFA. A seleção neozelandesa não vai contar com sua maior estrela, o zagueiro e capitão Winston Reid, jogador do West Ham.

A Nova Zelândia já participou de duas Copas do Mundo (1982 e 2010) e foi eliminada da África do Sul de maneira invicta já que empatou por três vezes.

Jordânia x Uruguai

Esta é a quarta vez consecutiva que o Uruguai enfrenta a repescagem intercontinental, após duas vitórias (2002 e 2010) e uma fracasso (2006). O Mundial no país vizinho poderá ser a última grande competição internacional para a geração de Forlan e Lugano, que chegou à semifinal no último Mundial. No ano seguinte, em 2011, a equipe venceu a Copa América. Para esse confronto contra a Jordânia, em Amã, o treinador Oscar Tabarez convocou sua equipe habitual.

No papel, o grupo liderado pelos atacantes Luis Suarez e Edson Cavani é bem superior à Jordânia. Mas Suarez não negligencia o adversário. "Sabemos que a Jordânia tem jogadores muito rápidos e se deixarmos espaços, eles poderão mostrar suas qualidades”, disse.

Os jordanianos já realizaram a melhor campanha de sua história ao eliminar o Uzbequistão nos pênaltis após dois empates em 1 gol. O time, comandado pelo egípcio Hossam Hassan continua invicto desde junho após duas vitórias de 1 a 0 contra os últimos dois campeões da África, Nigéria e Zâmbia.

“Nossa tarefa é difícil, mas não impossível”, afirmou Hassan. “Não tememos o Uruguai mas respeitamos sua história. Os que querem ir ao Mundial devem ser fortes contra adversários duros. Conto com meus jogadores para essa oportunidade histórica”, resumiu.

O único ponto em comum entre as duas equipes é a ausência dos dois goleiros titulares. O uruguaio Muslera, lesionado, e o jordaniano Chafee, suspenso, serão substituídos respectivamente por Martin Silva e Chantawi.