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CAN2019: Cabo Verde perde com Tanzânia e complica contas

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Último dia da greve geral da polícia cabo-verdiana

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Cidade de Mindelo, São Vicente, Cabo Verde (imagem de ilustração) DANIEL SLIM / AFP

No último de três dias de greve da Polícia Cabo-verdiana, o Sindicato Nacional da Polícia reafirma que a adesão à greve tem sido de 99 por cento, enquanto a direcção da Polícia Nacional diz que adesão à paralisação da Polícia Nacional, em todo o arquipélago não ultrapassa os 40%, visto que os efectivos da Polícia Marítima não estão participar da greve.


O presidente do Sindicato Nacional da Policia, José Barbosa, que promete fazer um balanço da primeira greve da Polícia em Cabo Verde, no próximo Sábado,  afirmou hoje que, durante a greve, em nenhum momento o Ministério da Administração Interna mostrou abertura no sentido de interromper a greve.

José Barbosa disse que se utilizaram muitos truques políticos nesses dias da greve geral da Policia Nacional. 

Os profissionais em protesto prometem continuar a lutar até que as suas reivindicações sejam atendidas.

O Governo garante que não está em condições de conceder e suportar novos reajustes salariais em 2018. Em comunicado, o Executivo explica que, considerando os esforços orçamentais e financeiros feitos em 2016 e 2017 - com o nivelamento salarial, com a resolução de pendentes e progressões e promoções, e com o impacto com o recrutamento de mais 240 efectivos da Polícia Nacional, que se vai sentir em 2018 -  não estão em condições de conceder e suportar novos reajustes salariais em 2018, resultantes de nova actualização do índice 100.

Oiça aqui a crónica do correspondente da RFI em Cabo Verde, Odair Santos

 

Odair Santos, correspondente da RFI em Cabo Verde 29/12/2017 ouvir