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Conservação e protecção das tartarugas na Boavista

Por RFI

A população nidificante de tartarugas comuns de Cabo Verde ou Caretta caretta é o segundo maior estoque no oceano Atlântico e a terceira maior população reprodutora do mundo (estando apenas atrás da população do sudeste dos EUA e Oman), com aproximadamente 4.000 fêmeas desovando por ano.

A ilha da Boavista tem 80% dos ninhos de tartarugas Caretta caretta em Cabo Verde. Com uma densidade de 500 ninhos por quilómetros quadrados que ficam localizados na Reserva Natural das Tartarugas.

Na Boavista existem quatro Ong’s que trabalham na conservação e protecção das tartarugas marinhas – Natura 2000, Turtle Foundation, Bios.CV e Associação comunitária Varandinha da Povoação Velha; sendo que a Natura 2000 e a Bios.CV são as maiores organizações de conservação e protecção das tartarugas marinhas, na ilha da Boavista. A secretaria-geral da Bios.CV, Carolina Oujo, explicou à RFI como é feito o trabalho de seguimento das tartarugas marinhas.

Quando os ovos são depositados em locais vulneráveis, os ninhos são transladados para sítios seguros. O procedimento é realizado por todas as Ong’s de conservação, estudo e protecção das tartarugas marinhas na Boavista.

A principal ameaça à conservação é a predação, principalmente humana. A Ong Natura 2000, que trabalhar em 15 quilómetros de praia de nidificação de tartarugas marinhas contabilizou até princípios de Agosto mais de mil ninhos. De 15 de Junho até o passado dia 10 de Agosto calculou 136 carapaças de tartarugas, número que segundo Maria Medina da ong Natura 2000 supera a captura de tartarugas ocorrida no ano passado que foi de 111./ Maria Medina da ong Natura 2000 encontra duas justificativas pela apanha desenfreada de tartarugas marinhas nas praias da Boavista.

As excursões para observação de tartarugas revoltam os moradores das reservas naturais, que segundo a responsável da ong de conservação e protecção das tartarugas marinhas, não vem nenhum ganho para as suas comunidades.

Por outro lado, as duas maiores organizações de conservação e protecção das tartarugas marinhas, na ilha da Boavista vêm com bons olhos a criminalização do consumo de carne e ovos de tartaruga, decretada pelo Governo em Julho passado.

Se a população estava consciencializada não era necessária uma tão lei forte disse Maria Medina da Ong Natura 2000.

A campanha de preservação das tartarugas marinhas nas praias do Curralinho, Curral Velho, Ervatão, Ponta Cosme e Calheta, na Boavista, acontece durante a época de desova da tartaruga `Caretta caretta`, que decorre entre Junho e Outubro.

é o segundo maior estoque no oceano Atlântico e a terceira maior população reprodutora do mundo (estando apenas atrás da população do sudeste dos EUA e Oman), com aproximadamente 4.000 fêmeas desovando por ano.

A ilha da Boavista tem 80% dos ninhos de tartarugas Caretta caretta em Cabo Verde. Com uma densidade de 500 ninhos por quilómetros quadrados que ficam localizados na Reserva Natural das Tartarugas.

Na Boavista existem quatro Ong’s que trabalham na conservação e protecção das tartarugas marinhas – Natura 2000, Turtle Foundation, Bios.CV e Associação comunitária Varandinha da Povoação Velha; sendo que a Natura 2000 e a Bios.CV são as maiores organizações de conservação e protecção das tartarugas marinhas, na ilha da Boavista. A secretaria-geral da Bios.CV, Carolina Oujo, explicou à RFI como é feito o trabalho de seguimento das tartarugas marinhas.

Quando os ovos são depositados em locais vulneráveis, os ninhos são transladados para sítios seguros. O procedimento é realizado por todas as Ong’s de conservação, estudo e protecção das tartarugas marinhas na Boavista.

A principal ameaça à conservação é a predação, principalmente humana. A Ong Natura 2000, que trabalhar em 15 quilómetros de praia de nidificação de tartarugas marinhas contabilizou até princípios de Agosto mais de mil ninhos. De 15 de Junho até o passado dia 10 de Agosto calculou 136 carapaças de tartarugas, número que segundo Maria Medina da ong Natura 2000 supera a captura de tartarugas ocorrida no ano passado que foi de 111./ Maria Medina da ong Natura 2000 encontra duas justificativas pela apanha desenfreada de tartarugas marinhas nas praias da Boavista.

As excursões para observação de tartarugas revoltam os moradores das reservas naturais, que segundo a responsável da ong de conservação e protecção das tartarugas marinhas, não vem nenhum ganho para as suas comunidades.

Por outro lado, as duas maiores organizações de conservação e protecção das tartarugas marinhas, na ilha da Boavista vêm com bons olhos a criminalização do consumo de carne e ovos de tartaruga, decretada pelo Governo em Julho passado.

Se a população estava consciencializada não era necessária uma tão lei forte disse Maria Medina da Ong Natura 2000.

A campanha de preservação das tartarugas marinhas nas praias do Curralinho, Curral Velho, Ervatão, Ponta Cosme e Calheta, na Boavista, acontece durante a época de desova da tartaruga `Caretta caretta`, que decorre entre Junho e Outubro.