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Reunião do G7 : Todos unidos contra Donald Trump

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U membro da Real Polícia Montada do Canadá, em Charlevoix, onde decorre hoje e amanhã, a Cimeira do G7 REUTERS/Yves Herman

Os líderes dos sete países mais industrializados (Estados Unidos, França, Alemanha, Reino Unido, Itália, Japão e Canadá) reúnem-se nos dias 8 e 9 de Junho na região de Charlevoix, no Quebeque, num contexto de tensões internacionais devidas, em grande parte, ao proteccionisto norte-americano.


A Cimeira do G 7, que hoje se inicia no Quebec (província francófona do Canadá), será palco duma situação fora do comum : Seis dos sete países mais ricos do planeta vão enfrentar o sétimo, devido às suas recentes posições proteccionistas, e à guerra aberta que este último declarou a vários países, aumentando as taxas alfandegárias sobre o aço e o alumínio.

O Pesidente francês, Emmanuel Macron, e o seu homólogo canadiano, Justin Trudeau, têm a firme intenção de contrariar Donald Trump. Por seu lado, o Presidente norte-americano disse hoje mesmo que quer aproveitar esta Cimeira do G 7 para resolver aquilo que ele chama "acordos comerciais injustos" com os aliados dos Estados Unidos.

A poucas horas da abertura da Cimeira do G7, tudo indica que ela poderá ser a Cimeira do 6 + 1: Dum lado, Donald Trump, que defenderá o proteccionismo, simbilizado com o seu slogan  "America First". E do outro lado, seis países que vão defender o multi-lateralismo e o comércio livre, que Trump põe em causa.

Mas o líder do País anfitrião, Justin Trudeau, acredita que esta Cimeira do G 7 "saberá unir temas de segurança e crescimento económico", com discussões verdadeiras e sólidas".