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Angola: Repatriamento recomeçou para congoleses

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Imagem do campo de refugiados de Lóvua, situado a uma centena de quilómetros da fronteira congolesa. RFI/Sonia Rolley

A Organização das Nações Unidas para os Refugiados, ACNUR, anunciou em Luanda, o inicio esta terça-feira, o repatriamento organizado dos refugiados da República Democrática do Congo, da região de Kassai, que se encontram na província angolana da Lunda-Norte.


Cerca de cinco mil refugiados devem ser repatriados num período de 45 dias. Angola, República Democrática do Congo e ACNUR, criaram as condições logísticas para o regresso em segurança dos refugiados que tem as condições criadas para a sua recepção na RDC.

Os mais de 60 mil congoleses refugiaram-se para Angola, devido a guerra civil na região de Kassai. A maioria já regressou de forma voluntária com o apoio de Angola e ACNUR. Os outros decidiram continuar a viver em Angola.

Entretanto, Angola participa em Genebra, na sessão do Comité Executivo do ACNUR destinada a avaliar os principais desafios e conquistas dos refugiados e asilados de todo o mundo, com uma delegação chefiada pelo embaixador Tete António.

O Governo Angolano decidiu aderir a Convenção das Nações Unidas sobre Apátridas, assunto que merecera abordagem na conferência de Genebra na Suíça.

Mais pormenores com o nosso correspondente, Avelino Miguel.

Correspondência de Avelino Miguel 08/10/2019 ouvir