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Angola: défice de vacinas para combater febre amarela

Por Isabel Pinto Machado

Angola está confrontada com uma grave epidemia de febre amarela, que começou em Dezembro em Viana, nos arredores de Luanda, se estendeu a 16 das 18 províncias angolanas, tendo oficialmente causado 244 mortos, número que é contestado pela oposição para quem milhares de pessoas morreram, tanto mais que a esta epidemia se acresce um forte surto de malária.

Para analisar e apoiar a resposta à epidemia de febre amarela, esteve no início deste mês em Luanda uma delegação da OMS, chefiada pela sua directora geral Margareth Chan, que recomendou a vacinação de toda a população angolana e lançou um apelo aos 4 ánicos laboratórios no mundo que fabricam a vacina, para que aumentem a capacidade de produção de forma a travar esta epidemia.

Até hoje apenas 1 milhão e 900 mil doses desta vacina chegaram a Angola, afirma a dra. Alda Morais, responsável pelo Programa Nacional de Vacinação, pelo que além da província de Luanda, apenas estão a ser efectuadas campanhas de vacinação em Benguela e no Huambo.