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CPLP reunida hoje em Brasília

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Maria do Carmo Silveira, secretária executiva da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) CPLP

A XXII reunião da CPLP de Brasília terá como tema a “Agenda 2030: Avanços e Desafios”, os governantes da CPLP discutirão a aplicação da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, aprovada pelas Nações Unidas, nos seus países.A XXII Reunião Ordinária do Conselho de Ministros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) decorre hoje no dia 20 de julho de 2017, na capital brasileira.


O ministro dos Negócios Estrangeiros do Brasil, Aloysio Nunes recebe os homólogos dos oito países-membros da CPLP (Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste) para uma reunião em Brasília.

A situação política da Guiné-Bissau está entre os temas em debate na reunião de chefes da diplomacia da CPLP.

Neste sentido, a secretária executiva da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), Maria do Carmo Silveira, afirmou que a Guiné-Bissau permanece dividida e nem a realização de novas eleições vai resolver o impasse político do país. "Encontrei um país muito dividido, em que há uma situação muito complicada, que exige que os principais actores políticos se sentem a mesa, dialoguem e encontrem uma saída", afirmou à Agência Lusa.

Os principais temas da reunião em debate serão as três novas candidaturas de países que querem ser membros-associados da CPLP, a difusão da língua portuguesa, a elaboração de um vocabulário técnico para algumas profissões, a facilitação da circulação de estrangeiros nos países dos membros da CPLP. O reconhecimento de diplomas entre as universidades também deverá ser trabalhado.

Sobre a agenda 2030 da ONU, que defende o desenvolvimento sustentável e foi escolhida como tema do Brasil na presidência rotativa da CPLP, o representante do Governo brasileiro rejeitou as críticas feitas às políticas ambientais brasileiras, principalmente em relação à Amazónia.

O Brasil, que ocupa a presidência da CPLP desde a XI cimeira, passará em 2018 a presidência da organização para Cabo Verde.