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São Tomé e Príncipe não registou óbitos por malária em 2014

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Desde 2005 que ninguém morre de malária na Ilha do Príncipe, e este ano não foi registado até agora nenhum óbito devido a esta doença no arquipélago, onde os níveis de morbilidade e de mortalidade têm reduzido vertiginosamente nos últimos dez anos.


Decorre até segunda-feira (10/11) na capital São Tomé, um "atelier" destinado a preparar a revisão a meio percurso do Plano Estratégico de Luta contra a Malária 2012/2016, cujo objectivo é avaliar a probabilidade de se cumprirem as metas apontadas, para eventualmente estabelecer novas, caso tal se revele necessário. 

São Tomé e Príncipe tem desde há dez anos, conseguido reduzir as taxas de morbilidade e de mortalidade por paludismo, que baixaram respectivamente de 80% e de mais de 90%, na sequência de um amplo rastreio da população e de programas de pulverizações e de distribuição de mosquiteiros impregnados.

Para o dr. Arlindo Vicente da Assunção Carvalho, director do Centro Nacional de Epidemias, o balanço deste plano é positivo e "é preciso manter as estratégias que temos vindo a utilizar, para que não haja um aumento de casos, mas este ano segundo as taxas que nós temos, provavelmente teremos a nível nacional a mais baixa taxa de morbilidade e de mortalidade dos últimos dez anos... porque até Novembro não foi registado qualquer caso de óbito por malária". 

Arlindo Carvalho, director do Centro Nacional de Endemias 05/11/2014 ouvir