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G7: ministros das Finanças criticam política comercial de Estados Unidos

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Steven Mnuchin, ministro das Finanças americano (à direita) justificou em Whistler, no Canadá,a posição dos Estados Unidos no que toca às importações de aço e alumínio. Whistler.02 de Junho de 2018 REUTERS/BEN NELMS

O descontentamento caracteriza a postura dos membros do G7 em relação aos seus parceiros americanos. Reunidos em Whistler no Canadá, os ministros das finanças dos sete principais países industriais do mundo, criticaram o que eles consideram ser uma política comercial agressiva dos Estados Unidos, depois da administração Trump ter decidido aumentar as taxas alfandegárias para as importações de aço e alumínio.


No final da reunião de Whistler, preparatória para a cimeira dos chefes de Estado do G7, prevista para os dias 7 e 8 do corrente mês em Charlevoix, os ministros das Finanças dos sete países mais industrializados do mundo, manifestaram o seu descontentamento e decepção perante a política comercial, tida como agressiva, por parte dos Estados Unidos.

De acordo com Bill Morneau, ministro das Finanças do Canadá, os parceiros de Washington, membros do G 7, estão decepcionadas com a decisão tomada pela administração Trump de aumentar as taxas alfandegárias, no que toca às importações de aço e alumínio.

O referido aumento, que visa particularmente os parceiros tradicionais dos Estados Unidos, desencadeia tensões entre Washington e a Europa.

Bruno Le Maire, ministro das Finanças francês declarou em Whistler, que cabe aos Estados Unidos tomar a iniciativa imediata para evitar uma guerra comercial.

Na última quinta-feira, o Presidente Donald Trump, decidiu aplicar o aumento das taxas alfandegárias às importações de aço e alumínio, provenientes do Canadá,México e União Europeia.

A China que retomou as negociações comerciais com os Estados Unidos, preveniu ao ministro do comércio americano,Wilbur Ross, que todo e qualquer aumento de taxas,assim como restrições por parte de Washington, levará Pequim a anular o presente acordo entre os dois países.